O Cidades.io está em piloto, com a operação de campo em Alta Floresta/MT e a busca aberta em milhares de cidades. Aqui registramos os marcos reais da nossa jornada, conforme acontecem — sem promessa com data que ainda não chegou.
Cada cidade ganhou uma página sobre o que produz no campo — o que planta, cria e colhe. Em Alta Floresta começamos a mapear quem produz e o que tem para vender — um cadastro aberto a associações, cooperativas e aos próprios produtores —, para que a produção local, inclusive a da agricultura familiar, fique fácil de encontrar. É um trabalho contínuo.
Lançamentos e ofertas de marcas nacionais passaram a aparecer no Cidades.io, nas cidades onde essas marcas estão presentes, ao lado do comércio local.
Nasceu a seção de inovação do Cidades.io: um lugar para o ecossistema de cada cidade — quem participa, a agenda de encontros e um mural onde empresas, instituições e pessoas mostram o que resolvem e o que precisam resolver. Alta Floresta foi a primeira a usar, com a agenda dos encontros do ecossistema local.
Todo município brasileiro passou a ter o seu endereço no Cidades.io e pode ser escolhido no aplicativo. A lista de empresas de cada um segue sendo carregada, estado por estado, e as seções de cada cidade aparecem conforme ela tem o que mostrar.
O Cidades.io passou a abrir em milhares de cidades do país de uma vez, cada uma com o que já existe de registro público sobre o comércio, os serviços e o turismo de lá. As seções aparecem conforme a cidade tem o que mostrar — onde comer, onde ficar, transporte, roteiros — e onde não há nada para mostrar, nada aparece. O perfil de empresa continua sendo a camada seguinte: quando alguém assume o cadastro do próprio negócio, passa a manter os dados e abre o que depende de gente, como promoções e novidades. Até aqui a plataforma tinha aberto cidade por cidade, começando por Alta Floresta.
Definimos as duas frentes que passaram a guiar o trabalho. A primeira foi preparar a base de outras cidades para que entrassem na busca do mesmo jeito que Alta Floresta — o que se concretizou nos marcos de 18 e 19 de setembro. A segunda é o trabalho de campo em Alta Floresta: fotografar os pontos comerciais, marcar a localização exata de cada um e conferir na porta o que um registro público não garante — se a empresa continua naquele endereço e se está funcionando. É o que transforma uma lista grande numa lista confiável, e faz parte da rotina permanente da equipe.
A busca do Cidades.io em Alta Floresta passou a mostrar milhares de empresas da cidade listadas a partir de registros públicos — não só as que já se cadastraram. Cada uma aparece marcada como perfil ainda não assumido, sem telefone, horário ou fotos: quem é dono pode assumir o perfil e completar os dados, ou pedir para não aparecer. Muda a ordem do projeto — a lista da cidade deixou de esperar o cadastro de uma empresa por vez.
Testamos o WhatsApp como primeiro contato do Cidades.io com moradores e empresas em oito cidades — Carlinda, Paranaíta, Nova Canaã do Norte, Colíder, São Paulo, Porto Seguro, Cascavel e Novo Hamburgo —, sem depender de uma operação presencial em cada uma. O teste terminou e respondeu o que precisávamos saber: formar a base de uma cidade inteira falando com uma empresa de cada vez, à distância, não acontece em tempo útil. O caminho mudou, e está no marco de 7 de setembro.
Um teste de divulgação online levou empresas de Alta Floresta ao atendimento automatizado por mensagens do Cidades.io. Pelo próprio menu, uma delas percorreu sozinha as etapas do cadastro — contou o que a empresa faz, informou os horários de funcionamento e enviou a logo — e teve o perfil publicado depois da conferência da nossa equipe, como é previsto para quem se cadastra à distância. É a primeira empresa a entrar na plataforma por esse caminho, sem visita.
Concluída a entrega ao programa da Meta, a equipe preparou o primeiro mês de divulgação do Cidades.io para a população de Alta Floresta. Em julho o portal e o aplicativo tinham ficado públicos, mas ainda sem divulgação para os moradores. Essa fase deixou a plataforma pronta para receber mais gente e mais empresas e para começar os testes em outras cidades.
A equipe entregou a proposta final do Cid View no AI Glasses Brasil, programa do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da UFG em parceria com a Meta. Na semana anterior à entrega, o trabalho ficou concentrado no protótipo. São 95 equipes na disputa e cinco seguem para a etapa presencial, na sede da Meta em São Paulo; o resultado sai em 31 de agosto.
Leia a matéria completaO aplicativo do Cidades.io passou pela revisão da Apple e ficou disponível na App Store. Até aqui ele só existia para Android — agora quem usa iPhone baixa o mesmo app, com as mesmas funções.
Uma loja de colchões de Alta Floresta publicou o aniversário da loja no Cidades.io. É a primeira vez que uma empresa escreve e publica um conteúdo próprio na plataforma — até aqui, o que aparecia eram os avisos automáticos de quem tinha acabado de entrar.
Uma papelaria da cidade entrou no painel e atualizou as fotos do próprio perfil, sem ajuda da nossa equipe — a primeira movimentação feita por uma empresa dentro da plataforma.
O portal do Cidades.io e o aplicativo Android saíram do ar de testes e ficaram públicos — qualquer pessoa já pode acessar altafloresta.com.br ou baixar o app na Google Play.
Começamos a visitar comércios de Alta Floresta pessoalmente para apresentar o Cidades.io e fazer os primeiros cadastros reais de empresas na plataforma — atividade permanente da equipe a partir dessa data.
Enviamos a primeira versão do aplicativo Android do Cidades.io para revisão da Google Play. Ele foi aprovado e é o mesmo app publicado no marco de lançamento acima.
O começo de tudo: os primeiros códigos de teste do Cidades.io, mais de um ano antes do piloto chegar às ruas de Alta Floresta.