Criado em Alta Floresta (MT), onde o projeto começou e continua servindo como referência, o Cidades.io vem ampliando sua cobertura para cidades de todo o Brasil e está em expansão para o México e o Chile. Aqui registramos os marcos reais da nossa jornada, conforme acontecem — sem promessa com data que ainda não chegou.
Nos 28 dias de 7 de outubro a 3 de novembro, as páginas do Cidades.io apareceram mais de 1 milhão de vezes nas buscas do Google, somando os sites do Brasil e a versão em espanhol. No mesmo dia 3, voltaram a passar de 100 mil aparições em um único dia.
Leia a matériaSaltillo, capital do estado de Coahuila, com cerca de 880 mil moradores e um dos maiores polos da indústria automotiva do país, tornou-se a primeira cidade mexicana a liderar a lista das cidades mais acessadas do Cidades.io. Ao longo de outubro, gente de mais de 470 cidades, do México ao Brasil, veio procurar o que existe onde mora.
Conheça Saltillo no ciudades.ioPela primeira vez, as páginas do Cidades.io apareceram mais de 100 mil vezes nas buscas do Google em um só dia, somando os sites do Brasil e a versão em espanhol. Quem procura no Google uma loja, um serviço, uma escola, um posto de saúde ou o que fazer na cidade onde mora passou a encontrar as páginas do Cidades.io entre os resultados, com o que existe por lá.
O ciudades.io abriu o seu endereço chileno: cada comuna do Chile passou a ter a sua página, com o comércio e os serviços organizados para quem procura o que precisa perto de casa — com o mesmo cuidado com a privacidade de quem trabalha por conta própria.
Conheça o ciudades.io no ChileCom o ciudades.io, a versão em espanhol da plataforma, todos os municípios mexicanos passaram a ter o seu endereço, com o comércio e os serviços de cada cidade organizados para quem procura o que precisa perto de casa.
Conheça o ciudades.ioCada cidade ganhou uma página sobre o que produz no campo — o que planta, cria e colhe. Em Alta Floresta começamos a mapear quem produz e o que tem para vender — um cadastro aberto a associações, cooperativas e aos próprios produtores —, para que a produção local, inclusive a da agricultura familiar, fique fácil de encontrar. É um trabalho contínuo.
Lançamentos e ofertas de marcas nacionais passaram a aparecer no Cidades.io, nas cidades onde essas marcas estão presentes, ao lado do comércio local.
Nasceu a seção de inovação do Cidades.io: um lugar para o ecossistema de cada cidade — quem participa, a agenda de encontros e um mural onde empresas, instituições e pessoas mostram o que resolvem e o que precisam resolver. Alta Floresta foi a primeira a usar, com a agenda dos encontros do ecossistema local.
Todo município brasileiro passou a ter o seu endereço no Cidades.io e pode ser escolhido no aplicativo. A lista de empresas de cada um segue sendo carregada, estado por estado, e as seções de cada cidade aparecem conforme ela tem o que mostrar.
O Cidades.io passou a abrir em milhares de cidades do país de uma vez, cada uma com o que já existe de registro público sobre o comércio, os serviços e o turismo de lá. As seções aparecem conforme a cidade tem o que mostrar — onde comer, onde ficar, transporte, roteiros — e onde não há nada para mostrar, nada aparece. O perfil de empresa continua sendo a camada seguinte: quando alguém assume o cadastro do próprio negócio, passa a manter os dados e abre o que depende de gente, como promoções e novidades. Até aqui a plataforma tinha aberto cidade por cidade, começando por Alta Floresta.
Definimos as duas frentes que passaram a guiar o trabalho. A primeira foi preparar a base de outras cidades para que entrassem na busca do mesmo jeito que Alta Floresta — o que se concretizou nos marcos de 18 e 19 de setembro. A segunda é o trabalho de campo em Alta Floresta: fotografar os pontos comerciais, marcar a localização exata de cada um e conferir na porta o que um registro público não garante — se a empresa continua naquele endereço e se está funcionando. É o que transforma uma lista grande numa lista confiável, e faz parte da rotina permanente da equipe.
A busca do Cidades.io em Alta Floresta passou a mostrar milhares de empresas da cidade listadas a partir de registros públicos — não só as que já se cadastraram. Cada uma aparece marcada como perfil ainda não assumido, sem telefone, horário ou fotos: quem é dono pode assumir o perfil e completar os dados, ou pedir para não aparecer. Muda a ordem do projeto — a lista da cidade deixou de esperar o cadastro de uma empresa por vez.
Testamos o WhatsApp como primeiro contato do Cidades.io com moradores e empresas em oito cidades — Carlinda, Paranaíta, Nova Canaã do Norte, Colíder, São Paulo, Porto Seguro, Cascavel e Novo Hamburgo —, sem depender de uma operação presencial em cada uma. O teste terminou e respondeu o que precisávamos saber: formar a base de uma cidade inteira falando com uma empresa de cada vez, à distância, não acontece em tempo útil. O caminho mudou, e está no marco de 7 de setembro.
Um teste de divulgação online levou empresas de Alta Floresta ao atendimento automatizado por mensagens do Cidades.io. Pelo próprio menu, uma delas percorreu sozinha as etapas do cadastro — contou o que a empresa faz, informou os horários de funcionamento e enviou a logo — e teve o perfil publicado depois da conferência da nossa equipe, como é previsto para quem se cadastra à distância. É a primeira empresa a entrar na plataforma por esse caminho, sem visita.
Concluída a entrega ao programa da Meta, a equipe preparou o primeiro mês de divulgação do Cidades.io para a população de Alta Floresta. Em julho o portal e o aplicativo tinham ficado públicos, mas ainda sem divulgação para os moradores. Essa fase deixou a plataforma pronta para receber mais gente e mais empresas e para começar os testes em outras cidades.
A equipe entregou a proposta final do Cid View no AI Glasses Brasil, programa do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da UFG em parceria com a Meta. Na semana anterior à entrega, o trabalho ficou concentrado no protótipo. São 95 equipes na disputa e cinco seguem para a etapa presencial, na sede da Meta em São Paulo; o resultado sai em 31 de agosto.
Leia a matéria completaO aplicativo do Cidades.io passou pela revisão da Apple e ficou disponível na App Store. Até aqui ele só existia para Android — agora quem usa iPhone baixa o mesmo app, com as mesmas funções.
Uma loja de colchões de Alta Floresta publicou o aniversário da loja no Cidades.io. É a primeira vez que uma empresa escreve e publica um conteúdo próprio na plataforma — até aqui, o que aparecia eram os avisos automáticos de quem tinha acabado de entrar.
Uma papelaria da cidade entrou no painel e atualizou as fotos do próprio perfil, sem ajuda da nossa equipe — a primeira movimentação feita por uma empresa dentro da plataforma.
O portal do Cidades.io e o aplicativo Android saíram do ar de testes e ficaram públicos — qualquer pessoa já pode acessar altafloresta.com.br ou baixar o app na Google Play.
Começamos a visitar comércios de Alta Floresta pessoalmente para apresentar o Cidades.io e fazer os primeiros cadastros reais de empresas na plataforma — atividade permanente da equipe a partir dessa data.
Enviamos a primeira versão do aplicativo Android do Cidades.io para revisão da Google Play. Ele foi aprovado e é o mesmo app publicado no marco de lançamento acima.
O começo de tudo: os primeiros códigos de teste do Cidades.io, mais de um ano antes do piloto chegar às ruas de Alta Floresta.