O Cidades.io está em piloto, em implantação em Alta Floresta/MT. Aqui registramos os marcos reais da nossa jornada, conforme acontecem — sem promessa com data que ainda não chegou.
Duas frentes em andamento. A primeira é preparar a base de outras cidades, para que entrem na busca do mesmo jeito que Alta Floresta entrou. A segunda é o trabalho de campo aqui em Alta Floresta, que estamos organizando: ir às ruas para fotografar os pontos comerciais, marcar a localização exata de cada um e conferir na porta o que um registro público não garante — se a empresa continua naquele endereço e se está funcionando. É o que transforma uma lista grande numa lista confiável.
A busca do Cidades.io em Alta Floresta passou a mostrar milhares de empresas da cidade listadas a partir de registros públicos — não só as que já se cadastraram. Cada uma aparece marcada como perfil ainda não assumido, sem telefone, horário ou fotos: quem é dono pode assumir o perfil e completar os dados, ou pedir para não aparecer. Muda a ordem do projeto — a lista da cidade deixou de esperar o cadastro de uma empresa por vez.
Testamos o WhatsApp como primeiro contato do Cidades.io com moradores e empresas em oito cidades — Carlinda, Paranaíta, Nova Canaã do Norte, Colíder, São Paulo, Porto Seguro, Cascavel e Novo Hamburgo —, sem depender de uma operação presencial em cada uma. O teste terminou e respondeu o que precisávamos saber: formar a base de uma cidade inteira falando com uma empresa de cada vez, à distância, não acontece em tempo útil. O caminho mudou, e está no marco de 7 de setembro.
Um teste de divulgação online levou empresas de Alta Floresta ao atendimento automatizado por mensagens do Cidades.io. Pelo próprio menu, uma delas percorreu sozinha as etapas do cadastro — contou o que a empresa faz, informou os horários de funcionamento e enviou a logo — e teve o perfil publicado depois da conferência da nossa equipe, como é previsto para quem se cadastra à distância. É a primeira empresa a entrar na plataforma por esse caminho, sem visita.
Concluída a entrega ao programa da Meta, a equipe preparou o primeiro mês de divulgação do Cidades.io para a população de Alta Floresta. Em julho o portal e o aplicativo tinham ficado públicos, mas ainda sem divulgação para os moradores. Essa fase deixou a plataforma pronta para receber mais gente e mais empresas e para começar os testes em outras cidades.
A equipe entregou a proposta final do Cid View no AI Glasses Brasil, programa do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da UFG em parceria com a Meta. Na semana anterior à entrega, o trabalho ficou concentrado no protótipo. São 95 equipes na disputa e cinco seguem para a etapa presencial, na sede da Meta em São Paulo; o resultado sai em 31 de agosto.
Leia a matéria completaO aplicativo do Cidades.io passou pela revisão da Apple e ficou disponível na App Store. Até aqui ele só existia para Android — agora quem usa iPhone baixa o mesmo app, com as mesmas funções.
Uma loja de colchões de Alta Floresta publicou o aniversário da loja no Cidades.io. É a primeira vez que uma empresa escreve e publica um conteúdo próprio na plataforma — até aqui, o que aparecia eram os avisos automáticos de quem tinha acabado de entrar.
Uma papelaria da cidade entrou no painel e atualizou as fotos do próprio perfil, sem ajuda da nossa equipe — a primeira movimentação feita por uma empresa dentro da plataforma.
O portal do Cidades.io e o aplicativo Android saíram do ar de testes e ficaram públicos — qualquer pessoa já pode acessar altafloresta.com.br ou baixar o app na Google Play.
Começamos a visitar comércios de Alta Floresta pessoalmente para apresentar o Cidades.io e fazer os primeiros cadastros reais de empresas na plataforma — atividade permanente da equipe a partir dessa data.
Enviamos a primeira versão do aplicativo Android do Cidades.io para revisão da Google Play. Ele foi aprovado e é o mesmo app publicado no marco de lançamento acima.
O começo de tudo: os primeiros códigos de teste do Cidades.io, mais de um ano antes do piloto chegar às ruas de Alta Floresta.