O que o Brasil vende para o destino Vaticano
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas do Brasil venderam US$ 19,4 mil para o destino Vaticano.
É 185% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 6.814.
É o 231º país para onde o Brasil mais vende: menos de 0,1% do total.
Empresas de 4 cidades, em 4 estados, venderam para lá. Foram 4 produtos diferentes.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
O que o Brasil vende para o destino Vaticano
- 1Filés de peixes e outra carne de peixes, frescos…1,8 toneladaUS$ 12,5 mil64%
- 2Máquinas e aparelhos, mecânicos, com função própria…0 toneladasUS$ 3.55518%
- 3Rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas0,2 toneladasUS$ 2.81115%
- 4Preparações capilares0,1 toneladasUS$ 5332,7%
Cidades que mais vendem para o destino Vaticano
- 1Itaporã MSUS$ 12,5 mil64%
- 2Petrópolis RJUS$ 3.55518%
- 3Limeira SPUS$ 2.81115%
- 4Aracaju SEUS$ 5332,7%
Por estado
- 1Mato Grosso do Sul1 cidadeUS$ 12,5 mil64%
- 2Rio de Janeiro1 cidadeUS$ 3.55518%
- 3São Paulo1 cidadeUS$ 2.81115%
- 4Sergipe1 cidadeUS$ 5332,7%
Vendas e compras com este país
De outubro de 2025 a setembro de 2026, o Brasil vendeu US$ 19,4 mil para o destino Vaticano e comprou US$ 11,7 mil do país Vaticano. Vendeu US$ 7.672 a mais do que comprou.
Só mercadorias, pelo valor no embarque. Ver a diferença com todos os países e como ela é calculada.
Ano a ano
- 2022US$ 41,3 mil
- 2023US$ 121
- 2024US$ 406 mil
- 2025US$ 840
- 2026 (até set)US$ 19,4 mil
Cada venda é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que exportou, e não onde o produto foi colhido ou fabricado. Por isso, cidades com portos ou sedes de grandes empresas aparecem no alto das listas. O total do Brasil é a soma das cidades.
Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação. Os 12 meses mais recentes vão de outubro de 2025 a setembro de 2026.
Fonte: Comex Stat, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), dados abertos. Atualizado toda semana; o governo publica um mês novo no começo do mês seguinte.